Deputado entrega pauta com 13 reivindicações a ministro
O deputado estadual Douglas Fabricio (PPS), representante da região de Campo Mourão na Assembleia Legislativa, aproveitou a visita do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, a Campo Mourão, para entregar uma pauta de reivindicações. O envelope, com um total de 13 solicitações, foi entregue neste sábado (17), durante assembléia da associação de prefeitos da Comcam, realizada no anfiteatro do campus da UTFPR (Universidade Tecnológica do Paraná).
Uma das solicitações do parlamentar é a construção de uma passarela na rodovia, no trevo de acesso a universidade. Douglas lembrou, em seu pronunciamento, que a UTFPR (antigo Cefet) foi uma conquista do ex-prefeito Rubens Bueno para Campo Mourão. “Na época muitos não acreditaram, chamavam de louco”, relembrou.
Outra reivindicação que Douglas deu ênfase e que arrancou aplausos do público foi a necessidade de término da Estrada Boiadeira, ao lembrar que esse foi o tema de seu primeiro pronunciamento como deputado e que no ano passado cobrou o mesmo ministro para retomada e conclusão das obras. “Sabemos que houve problemas com licitações, mas necessitamos do compromisso do governo federal com essa estrada, que é muito importante para o desenvolvimento desta região”, enfatizou.
Para a entrega formal do documento Douglas convidou o presidente da Comcam, prefeito Nelson Tureck (Campo Mourão), os vereadores presentes (Beto Voidelo, Sidnei Jardim e Nelita Piacentini), entre outras autoridades presentes, como a presidente do PT e esposa do ministro, Gleisi Hofman e a presidente da Associação de Vereadores (Acamdoze), Angela Kraus. “São 13 pedidos para que o senhor lembre bem, ministro”, disse o deputado, referindo-se ao número do Partido dos Trabalhadores.
Em seu pronunciamento, Paulo Bernardo explicou que as obras na Boiadeira pararam por problemas detectados pelo Tribunal de Contas da União e pediu apoio do deputado. “Vossa excelência pode influenciar a bancada do PPS para nos ajudar junto ao TCU”, conclamou o ministro, ao acrescentar que se o projeto tiver que começar do zero dificilmente as obras serão retomadas no atual governo. |