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FAROL
Secretaria de Saúde de Farol promoveu apresentações teatrais para alertar  sobre os cuidados com a dengue


A secretaria de saúde do município de Farol, sob a coordenação da enfermeira Fátima Renilda da Silva, promoveu durante toda a semana palestras, campanha educativa, arrastões de limpeza e recolhimento de lixos, entulhos e embalagens capazes de acumular água e servir como hospedeiro para reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.
Uma divertida apresentação teatral foi encenada pelos agentes comunitários de saúde nas escolas da sede urbana e rural. Na sexta-feira, dia 13, os servidores públicos do Paço Municipal, incluindo a prefeita Dina Cardoso, foram brindados com a divertida encenação que demonstrou cenas do cotidiano dos profissionais da saúde, dificuldades encontradas nas visitas domiciliares e as recomendações e materiais explicativos que são entregues aos cidadãos locais referentes aos cuidados que devem ser tomados para se evitar a proliferação e extinguir o mosquito da dengue.
Dentre as mensagens do teatro, os artistas da saúde de Farol procuraram enfatizar que a dengue é uma doença febril aguda. A pessoa pode adoecer quando o vírus penetra no organismo, pela picada de um mosquito infectado, o Aedes aegypti. Se o mosquito estiver infectado, o período de incubação varia de 3 a 15 dias, sendo em média de 5 a 6 dias. Os sintomas mais comuns são febre, dores no corpo, principalmente nas articulações, e dor de cabeça. Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramento, mais comum na gengiva. Não há tratamento específico para o paciente com dengue clássica. O médico deve tratar os sintomas, como as dores de cabeça e no corpo, com analgésicos e antitérmicos (paracetamol e dipirona). Devem ser evitados os salicilatos, como o AAS e a Aspirina, já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. É importante também que o paciente fique em repouso e beba bastante líquido, esclarecem os agentes de saúde durante a peça teatral. 
“Como é praticamente impossível eliminar o mosquito, é preciso identificar objetos que possam se transformar em criadouros do Aedes. Por exemplo, uma bacia no pátio de uma casa é um risco, porque, com o acúmulo da água da chuva, a fêmea do mosquito poderá depositar os ovos nesse local. Então, o único modo é limpar e retirar tudo o que possa acumular água e oferecer risco. Em 90% dos casos, o foco do mosquito está nas residências”, explicou a secretária de saúde Fátima Renilda. .

 
 
 
 

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