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Fecilcam lança o projeto Captação das águas da chuva

A Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão (Fecilcam) lançou oficialmente, ontem, 11 de novembro, o projeto ‘Captação das águas da chuva’ que reutiliza a água das chuvas, aproveitando-a para a limpeza, no uso das descargas dos vasos sanitários e para molhar as plantas.
Na ocasião estavam presentes os idealizadores do projeto, Ivonete de Almeida Souza, do Departamento de Geografia; Marcio Carvalho dos Santos, do Departamento de Engenharia de Produção Agroindustrial; e Sérgio Luiz Maybuk, do Departamento de Economia. O professor Maybuk explicou o projeto, dizendo que a ideia de aproveitar a água surgiu após o grupo observar o processo de limpeza do pátio da Fecilcam, identificando o desperdiço e a grande quantidade de água utilizada para este serviço.
Segundo o professor Maybuk, o intuito do projeto é preservar/conservar a água, buscando a redução do seu consumo. Ele contou que além do objetivo ambiental e social, o projeto também apresenta uma finalidade econômica: “A captação e uso da água das chuvas podem reduzir os gastos da Fecilcam de 30% a 50%”, garante. De acordo com o professor, a verba economizada será usada na compra de mais livros para a Biblioteca da faculdade.
O professor aproveitou a oportunidade para pedir à secretária de Estado, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Lygia Pupatto, presente no evento, que divulgasse o projeto para as demais Instituições de Ensino Superior (IES). Lygia parabenizou a Fecilcam pela iniciativa e convidou o professor Maybuk para apresentar o projeto no Conselho de Reitores e Diretores. “O projeto demonstra a preocupação ambiental, a mudança climática já aconteceu. As IES têm a obrigação de promover ações deste tipo, pois são referência, exemplos para estudantes, professores, agentes universitários e para a cidade. A divulgação do projeto é importante a nível de Paraná”, afirmou.
O sistema de captação das águas das chuvas acontece através da calha, que, quando chove, capta a água que cai no telhado. Essa água é levada para um filtro, onde são retiradas folhas, galhos e outras impurezas mais grosseiras. Dali segue para a caixa d’água, onde fica armazenada, pronta para o uso doméstico que não demande água potável, como  a limpeza de calçadas, por exemplo. No total, a Fecilcam, juntamente com o Fundo Paraná, vinculado a Secretaria do Estado, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), investiu cerca de R$ 80 mil reais no projeto.

 

 

 

 

 
 
 
 

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