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Hospital Santa Casa contrata empresa para construção da fachada da Nova Ala Particular

Nesta quarta feira, o Diretor Presidente do Hospital Santa Casa, Dr. Elmo Linhares, assinou contrato com a empresa Terus Construtora para a construção da fachada da nova Ala Particular do HSC.
A empresa Campusmorão já foi contratada para reforma do espaço físico do hospital da nova ala particular, abrangendo nova recepção e novos apartamentos, cujos trabalhos já estão em andamento.
A nova recepção para o setor particular, conforme o projeto arquitetônico e de decoração, deve primar pelo bom gosto, conforto, com um visual moderno, funcional e bonito. Já a nova ala de internação contará com suítes diferenciadas, de categoria superior. Com a nova ala particular o Hospital Santa Casa deve se ombrear aos melhores hospitais do Estado, oferecendo aos que podem pagar ou tem planos de saúde, as mesmas condições disponíveis em centros maiores.   
A nova ala particular, segundo a direção do hospital, tem objetivo dúplice: a uma, estabelecer uma receita maior e estável, para fazer frente ao déficit decorrente do atendimento à saúde pública, e que atenda a visão moderna de que entidades como a Santa Casa devem buscar a geração de recursos próprios para manter, de forma permanente, sem solução de continuidade, e com qualidade, os serviços que presta e ampliar seu leque. Neste aspecto, ainda a considerar, que o Hospital Santa Casa destina 90% de sua capacidade de atendimento médico-hospitalar aos mais necessitados, quando o normal entre as entidades congêneres, o que é ditado pela experiência, não deveria passar de 60%, para que se mantenha um equilíbrio financeiro; a duas, para oferecer aos que tem plano de saúde e que podem pagar também uma opção médico-hospitalar de qualidade, de elevado nível e especialidades, reduzindo a evasão de recursos e dependência de centros maiores.
Para isso, diz o Diretor Presidente do hospital, Dr. Elmo Linhares, “uma instituição de nosso porte e com a elevada responsabilidade que tem num setor da mais elevada prioridade que é a saúde pública, deve abandonar o modelo assistencialista tradicional, e pensar como empresa, que gera recursos próprios, tem gestão profissional e preocupada em crescer. Por isso, nosso dístico de trabalho se consubstancia numa trilogia: gestão profissional, envolvimento emocional dos colaboradores e expertise científica’’ finaliza.

 
 
 
 

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