Darci Piana vai receber título honorífico de Campo Mourão
Homenageado atendeu pedido de sede própria para o Senac local
A Câmara de Vereadores de Campo Mourão realiza sessão solene no dia 24 de março, a partir das 19h30min, nas dependências do Recanto do Criador (parque de exposição “Getúlio Ferrari”), para fazer a entrega do Título de Cidadania Honorária do Município ao presidente do Sistema Fecomércio, Sesc Senac, Darci Piana. No dia seguinte será inaugurada a sede própria do Senac em Campo Mourão, localizada na rua São Josafat, 1651 (entre o antigo Mercado Municipal e a Casa da Cultura).
Trata-se de um reconhecimento pela contribuição dada pelo homenageado para o desenvolvimento de Campo Mourão, sobretudo através de ações desenvolvidas pelo Sesc e o Senac. Sua atuação foi fundamental para viabilizar o atendimento da antiga reivindicação de construção de um prédio próprio para o Centro de Educação Profissional que o Senac possui há mais de 30 anos na cidade.
Darci Piana ocupa pela segunda vez a presidência do Sistema Fecomércio. Foi um dos fundadores e ocupou a presidência do Paraná Clube. Também já foi presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos, Peças e Acessórios do Paraná (Sincopeças), da Cooperativa de Crédito do Sincopeças-PR, do Conselho do Paranacidade e do Conselho Deliberativo do Sebrae-PR.
Inauguração
No dia seguinte a entrega do Título de Cidadania Honorária de Campo Mourão a Darci Piana será inaugurada a sede própria do Senac no Município
O novo prédio, em estilo arquitetônico arrojado e com mais de quatro mil metros quadrados de área edificada, permitirá diversificar e ampliar a oferta de cursos de aprendizagem e aperfeiçoamento profissional, capacitando mão-de-obra para o mercado. Apenas na construção do prédio, o Sistema Fecomércio investiu cerca de R$ 5,5 milhões de recursos próprios.
Prezados diretores
Infelizmente o motivo de meu contato é o de denunciar o péssimo atendimento oferecido em sua filial de Campo Mourão, além da sobrecarga de serviço a que são submetidos seus funcionários.
Sou (era) cliente fiel desta farmácia desde a sua inauguração, apesar das intermináveis filas que acontecem diariamente nos caixas, que é de reclamação geral de toda a nossa comunidade.
Mas como cidadão educado, sempre compreendi a situação dos mesmos, até mesmo defendendo os funcionários, sabendo que os responsáveis são os proprietários que economizam na mão de obra e no treinamento dos mesmos.
Fotografei no dia de hoje (22) a grande fila de pessoas aguardando frente aos caixas, num calor insuportável e sem ar condicionado, pois por motivos lógicos, são colocados vários funcionários na área de venda e um ou dois nos caixas.
A referida foto estará sendo encaminhada ao Procon local amanhã e será publicada em meu site www.jornalshowriso.com.br e em meu jornal impresso de grande circulação local e regional em forma de denuncia, pois considero os fatos a seguir, uma verdadeira afronta a todo e qualquer ser humano.
Sou jornalista na região há mais de 20 anos e o que aconteceu na noite de sábado, considero um absurdo.
Sabemos que os funcionários têm a obrigação de manter a loja aberta até as 11 horas (se não me engano). Pois bem: Estávamos realizando a distribuição de nosso jornal e ao vermos a loja aberta, resolvemos comprar um medicamento que minha esposa (no sétimo mês de gravidez) utiliza, bem como entregarmos um dos nossos exemplares que são de distribuição gratuita.
O caixa vendo nossa aproximação começou a baixar a porta e minha esposa correu na sua direção gritando que somente queria deixar um jornal, já que existiam outras farmácias de plantão onde poderíamos adquirir o produto. Quando o referido funcionário (um rapaz muito novo de cabelo castanho claro, que fica no caixa), talvez não entendendo que somente queríamos deixar o jornal, berrou por diversas vezes “está fechando”, “está fechando”. Isso por três ou quatro vezes fazendo sinais violentos com os braços como quem diz “vão embora” (terminou de fechar a porta literalmente na cara de minha esposa).
Achamos que o mesmo poderia ter sido o suficientemente educado e simplesmente deixado a porta entreaberta, dizendo que não poderiam vender mais. Desta forma, teria compreendido que somente queríamos deixar o jornal que, aliás, é querido por todos os funcionários desta loja.
No dia seguinte, inconformado, voltei a sua loja para comunicar o fato ao gerente ou ao farmacêutico de forma construtiva. Nem um, nem outro se encontravam no local.
Devido a este outro absurdo, falei para o dito funcionário (despreparado ou sobrecarregado) que falaria com ele com a educação que me é peculiar (e que lhe faltou), quando o mesmo me tirou do sério, dizendo que o horário dele era “tal” e que não tinha a obrigação de atender ninguém após este horário, negando ter baixado a porta em nossa cara.
Para o conhecimento do mesmo, afirmei que dois amigos que estavam conversando nas proximidades perceberam o fato, dizendo ter achado aquilo um absurdo e que serviriam sim como testemunha.
Para encerrar, acho que já escrevi demais, o mesmo funcionário, irritado com a situação, retirou-se do local, deixando o cliente que estava atendendo “a ver navios”. O outro caixa me encarava com cara nervosa e ameaçadora.
Realmente algo está muito errado em sua filial de Campo Mourão. Fato que merece denuncia e mais atenção por parte de tão respeitada empresa.
|